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terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Curta Rústico da Semana - Paperman
Aaahhh o amor! Meu sentimento de estimação preferido!
E este curta lindo produzido pelos estúdios Disney em 2012, mostra que quando é amor,
nada nos impede de ir atrás do que queremos! E que o Universo sempre age a nosso favor.
Ah, a trilha sensacional foi escrita por Cristophe Beck!
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terça-feira, 6 de outubro de 2015
A Princesa dos Rústicos.
Já contei a vocês que se os Rústicos vivessem em Monarquia teríamos um Rei, então nada nos impede de ter uma princesa também! Mas como alguém com apelidos como "Dedé do papai" e "Nenêm" pode ser considerada rústica? E uma rústica pode ser considerada princesa? Pode! Por que rustiquez está no sangue, assim como o principado! Seu nome é Vanessa Jacob, a caçula da linhagem do gene de quem tem fogo nas ventas! E hoje conto um pouco dela para vocês.
A bem da verdade, acho que ela nasceu só para ser princesa. Quis a vida que ela fosse a criança temporão. A sexta criança do Rei dos Rústicos com a Flor mais linda do meu jardim! Pensa numa criatura esperada? Minha mãe já havia perdido três bebês logo após o nascimento do meu irmão, e mesmo com as complicações de saúde e tudo mais, o sonho da mesa grande e cheia de filhos continuava. Depois de um tratamento que para a época era um super avanço e uma cesária (acho este assunto de "tipos de parto" um pé no saco, aliás), nasceu uma menina cabeluda...mas muito cabeluda. De uma pele branquinha que parecia neve! A pessoa tinha os olhos cinzas! Meus pais, naquele trauma de perder as crianças nem roupa haviam comprado para ela! Mas bastou ouvir o choro na maternidade para minha tia sair e comprar tudo o que ela tinha direito! Foi aí que começou o principado!
Eram mutos babados, laços, xales, vestidinhos e tudo mais. Um mundo de bonecas, ursinhos e tudo que terminasse com "inho" nesta vida! Nem meu pai, o próprio Rei da coisa, a tratava com rustiquez! Mas, quis a vida também que ela fosse irmã do Curupira que aqui vos fala (e que não nasceu para ser princesa) e do Gigante Guerreiro! Na época eu tinha 6 anos e meu irmão 5, já fazíamos torta de barro na horta, subíamos na goiabeira, escorregávamos de barriga no chão da cozinha e tudo mais que não deveríamos fazer e que nos rendia o dito tamanco Melissa de salto quadriculado voando pela casa. E é claro que dois rustiquinhos não perdoariam tanta princesice assim! A partir daí, a "Dedé do papai" viveu num mundo onde ela era a filha do carteiro! A gente tinha a pachorra de esperar na janela o carteiro passar só para chamá-la e dizer "olha seu pai aí, Van", o que rendia horas de choro e o chinelinho voando pela casa. Crianças sabem ser cruéis quando querem! E nós sabíamos ser com ela! Isso aliado ao fato de viver grudada na gente, era mel na sopa! Não importava quantas bonecas a gente estragasse, quantas chupetas jogássemos pela janela do banheiro, quantas mil vezes falássemos que era ela filha do carteiro...ela sempre estava alí esperando qual seria a próxima.
E entre todas as próximas que houveram, ela cresceu, estudou trabalhou mas sempre com um sonho alí guardadinho. A Princesa dos Rústicos nasceu para casar, para constituir uma família, para ser cuidada e amada, O que é muito o inverso do que eu sonho, sabem? Mas na vida a gente também aprende que as diferenças podem virar soma. E foi isso o que aconteceu conosco. Entre as idas e vindas das jogadas do coração, fomos morar juntas. Dois seres opostos dividindo a mesma casa E foi assim que descobri que de rústica ela não tinha nada! Apesar da boca dura, apesar de todas as batalhas, alí tinha um coração molinho esperando para ser amado. A rustiquez é uma casca! Casca que encobre o choro fácil e, principalmente, a busca pelo amor! Não é fácil assumir estas coisas na vida, né? Não é fácil assumir que somos frágeis sim! E muito! Não é fácil deixar com que os outros nos atinjam tão diretamente. Não é fácil amar e ser amado. Mas isso era tudo o que ela queria.
Sendo assim, construiu uma torrezinha cascuda para abrigar aquilo que mais tinha de precioso: o tal coração. Como se, na história, ela fosse a madrasta de sí mesma. E alí o deixou. Protegido das pessoas que quisessem atingi-lo de alguma forma. Às vezes deixava com que saísse para passear, mas em qualquer sinal de perigo, lá estava trancadinho, novamente, o pobre!
Anos se passaram. Como dizem por aí, toda historia de princesa tem um final feliz! Mas a desta aqui não teve um final. Teve um recomeço! O príncipe apareceu e tirou o coração da torre. Um príncipe sem cavalo branco, sem reino, mas com a mesma vontade de amar e ser amado que ela tinha. Hoje, a Princesa dos Rústicos tem o amor e a família que tanto sonhava. Moram num castelo que construíram juntos. Se foram felizes para sempre? Costumo dizer que "sempre" é tempo demais. Então, prefiro dizer que "são felizes". Que ela é feliz! E é isso que me basta.
Se os Rústicos vivessem em monarquia ela seria a princesa. Por que ela é princesa no coração. A princesa de frágil coração.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Meu doce gigante.
Muitos o conhecem como Tsunas, que vem de Tsunami, que é o que ele é. Nada onde passa fica inteiro, ou em pé ou, ao menos, um pouco abalado. Quando ele não derruba, ele esbarra...quando não esbarra...derruba. Quando está direito, entorta...quando está torto...entorta mais ainda. Seu nome é Giancarlo Jacob Peres Rodrigues, tem 11 anos e é meu filho. Meu doce gigante!
O Gica tem 1,63 m de altura, pesa 60 kg e calça 41. O que faz com que ele seja enorme perto das outras crianças de sua idade. No início ele sofria com o dito "bullying" na escola, por que parece um menino de 15 anos numa classe de crianças de 11. E sofreu pacas com isso. Chegava em casa reclamando que não tinha amigos, que não gostava da escola, que não queria ir mais. Até que aprendeu a vantagem de ser grande que é: ser grande! A partir daí uma sucessão de brigas na lanchonete envolvendo inclusive as mesas (que nem aquelas de bar, sacam?), crianças chorando na secretaria com o nariz sangrando. Minha presença passou a ser mensal na escola, muitas vezes quinzenal.
Não é de se estranhar esta mudança de comportamento. O Giancarlo vem de uma geração de Rústicos. Ninguém nesta família leva desaforo para casa. Ninguém. E eu, na minha função de mãe, ao comparecer ao colégio por conta das brigas, defendi o que era meu! Afinal, todas as vezes que meu filho teve esta reação, foi por que alguém provocou. A história sempre começa da mesma forma: "Então Senhora Rita, fulano chamou o Giancarlo de gordo e na terceira vez ele reagiu de forma agressiva"... então por que a mãe do fulano não está aqui também? terceira vez? Agredir com palavras na maioria das vezes dói muito mais que um soco bem dado. E paciência tem limite!
Mas o ponto desta história toda é que comecei a perceber que ele não gostava disso. Ele nunca se vangloriou de nenhuma briga, Nunca contou como uma aventura, muito pelo contrário, evita falar disso. Eu percebi que os socos que ele dava doíam muito mais nele do que no outro. Eu percebi que o meu Tsunas não era um Rústico!
O Giancarlo, de todas as pessoas que poderia ter puxado nesta vida, foi puxar a única que não carregava o gene da Rustiquez: minha mãe! Ele ensinou meu pai, um descendente de sírios machista pacas, que tudo bem se ele chegasse da escola e desse um beijo no avô dele, mesmo sendo homem. No começo o avô reclamava dizendo que homem não beijava outro homem. Mas ele insistiu dizendo que era o avô dele então não tinha problema. No final, meu pai esperava este momento e sorria depois do beijo. Ele tenta agradar a todos do jeito dele, mesmo que as pessoas não lhe deem atenção, ele continua tentando. E não se liga muito nesta coisa de atenção não. Se ele acha que agradou, para ele está bom. Brinca com minhas sobrinhas pequenas com a maior paciência do mundo e as meninas são loucas por ele. As brigas são só a maneira que ele achou de se defender de alguma forma. Se defender das palavras ruins, já que ele não consegue agredir as pessoas com elas, usou seu tamanho para intimidar.
Meu Tsunas é um nerd feliz. Que gosta de animes, Marvel e DC (sim gente, é possível gostar dos dois!), mangás, faz aula de robótica, xadrez e cubo mágico. Não gosta de esportes, assiste TV enquanto monta um quebra-cabeça e joga no tablet conversando com os amigos. Hiperativo, roqueiro, inteligente pacas e dono de um coração maior que o tamanhão dele.
Se eu gostaria que ele fosse um rústico? Não. Apesar de ser uma rústica assumida, eu acho que o mundo é e sempre será dos bons de coração. E tenho muito orgulho da vida ter me dado um ser assim para cuidar. A vida me deu um gigante. Que maior que suas atitudes e o seu tamanho é o seu amor. A vida me deu um gigante. Um doce gigante.
PS: as brigas cessaram um pouco...ou a intimidação funcionou ou acabaram as mesas da lanchonete.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Amor é bicho livre.
Sabe aquela sensação gostosa que você tem após conhecer uma pessoa? Aquela vontade de estar junto, dormir junto, acordar junto, tomar café junto, fazer tudo junto? Então, isso é Paixão. E é muito diferente do carinha aí de cima.
Esta figura simpática é o Amor. Ao contrário do Ego, da Preguiça, da Paixão, do Orgulho e de muitos outros sentimentos, o Amor nasceu livre e não gosta de ficar grudado o tempo todo não! Ele gosta mesmo é de ser sentido! De ser curtido! Ele gosta de ficar um pouco distante e sentir saudade. A saudade que faz com que ele volte sempre ao mesmo lugar.
Um lindo dia temos a sorte de conhecê-lo. Lá está ele, lindo, de camiseta do Metallica, cabelo comprido e desgrenhado, tomando uma cerveja com os amigos. Seus olhos brilham. Os dele também. Ahá! Lá vem a figura rosa fazer parte da vida da gente!! E sabe qual é a primeira coisa que pensamos? "Aaahhh, tenho certeza que é para sempre!"...fué fué fué...primeira torcida de nariz do Amor. Sempre é tempo demais! Amor é agora! O cafézinho, a conversa gostosa, o boa noite pelo telefone (sem a brincadeira do "desliga primeiro você"...não preciso nem dizer o que acho disso), a cerveja geladinha, o acordar, o dormir e todas as milhares de coisas que são tão gostosas de se fazer a dois.
O Amor até perdoa o tal do "para sempre", afinal, alguém inventou o conto de fadas e enfiou na cabeça das pessoas que é assim que funciona (vocês repararam que quando dizem "e foram felizes para sempre" ninguém diz que continuaram juntos?). Até o dia em que damos uma camisa pólo para o Amor dizendo: Ah, Mozão, você fica tão mais lindo com ela!...e fazemos da blusa do Metallica pano-de-chão. Damos um corte de cabelo surpresa. Inventamos um jantar com as amigas no dia do chopp de quarta-feira com os camaradas. Dizemos que tem um almoço tradicional familiar todo domingo e que o Amor precisa ir (pre-gui-ça). Nisso o Amor vai minguando, vai emagrecendo, vai inquietando enquanto ouve nossa voz o tempo todo em sua orelha: Mas Mô...vc está tão diferente! Que está acontecendo?. Pedimos a senha do celular, chafurdamos em todas as redes sociais a procura de algo que só existe na cabeça da gente, até que colocamos o carinha rosa em uma jaula. E quando ele dá o basta, quebra as grades e se vai, choramos desvairadamente dizendo não saber o que aconteceu.
Se acabou é por que não era Amor? Mentira..era sim! Mas temos o péssimo hábito de não enxergar que os defeitos da pessoa sempre estiveram alí, nós que fingimos não ver. Ficamos tentando moldar o outro a tudo aquilo que sonhamos para nós durante a vida. Sonhamos pelo outro. Seguimos regras sociais antiquadas e que nunca fizeram ninguém feliz de verdade. Copiamos padrões que não funcionam, ao invés de simplesmente respeitar e aproveitar.
Se acabou é por que Amor é bicho livre. E a natureza dele é livre por que nós, seres humanos cabeçudos, nascemos para ser livres! Você tem a sorte de ter um carinha rosa destes na sua vida? Cuide, aproveite mas não o prenda. Amor solto, livre e feliz sempre fica! E algumas vezes, para sempre.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Coxinha´s Rules
Descobri há uns dois anos o gosto de ser magra...mas vou contar a vocês que nunca na vida será mais gostoso do que uma coxinha com catupiry! Coxinha, para mim, é uma das maiores expressões de amor em forma de comida. Amor em forma de bolinha com pontinha! Crocante, quentinha e bem recheúda é sempre uma dose de felicidade nos nossos dias tão corridos e cheios de coisas para resolver (e não me venham com chatice de fritura, gordura, carboidrato, calorias e sei lá mais o quê! Aqui estamos falando de amor!)
Esta maravilha da foto é do Varanda, no Shopping Vila Olímpia. Costumo dizer que ela é o ovo de páscoa das coxinhas. O tamanho vale por uma refeição. Massa fininha, crocante por fora e macia por dentro, frango bem temperado e em uma quantidade absurda e embaixo...aaahhhh uma enorme camada de catupiry delícia!
Na minha opinião, amor não deveria ter preço..mas este tem. Custa R$7,60 mas eu garanto que vale cada centavo! Não só pelo tamanho mas por todo o conjunto da obra.
Esta é minha indicação de hoje no Coxinha´s Rules! Por que quando o amor não vem, a gente tem que amar mesmo assim!
Vocês encontram este orgasmo em forma de coxinha aqui:
http://www.scvilaolimpia.com.br/index.php?option=com_loja&view=loja&Itemid=4&codloja=2262842
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terça-feira, 1 de setembro de 2015
Bem-vindos ao Rustic Rules!
Já pararam para pensar quantas vezes engoliram as palavras ou sentimentos por medo daquilo que os outros fossem dizer ou por medo de levar um não? Já pararam para pensar quantos talentos se escondem atrás de mesas de escritório (incluindo nós mesmos) por medo de arriscar? Já pararam para pensar quantas pessoas por estas redes sociais todas te conhecem de verdade?
Me chamo Rita de Cassia Jacob, 41 anos, divorciada, mãe e pai do meu lindo Tsunas e tia de 5 lindos presentes que a vida me deu. Designer, jardineira, cozinheira, marceneira e quantos "eiras" vierem pela frente. Para quem curte astrologia, sou áries com ascendente em áries e lua em escorpião. Não entendo muito de horóscopo mas já ouvi de quem conhece que esta associação me torna uma assassina... mas muito organizada. Com um pavio tão curto que faz com que eu construa um castelo com minhas ações e o derrube numa rapidez ninja, em uma abridinha de boca. Canhota, o que me ensinou a adaptar tudo no mundo em função das minhas necessidades. Estive acima do peso (gorda sim!) a vida inteira, o que me fez escutar coisas inimagináveis aos pobres e magros ouvidos mortais. Hoje, magra por fora, mas com uma gordinha linda que mora em meu coração! (Ela come um hamburguinho todos os dias às 9:00 hs. da manhã!). Lutei a vida inteira contra a religião que me era ensinada. Hoje sou Umbandista e não vivo sem minha fé. Detesto moda, tendências e tudo que faz com que as pessoas se tornem iguais. Tatuada e com piercings, a dita moda é minha e faço dela o que quero. Costumo dizer que não nasci para ser ovelha de seu ninguém. Para mim somos indivíduos e esta coisa de iguais é uma enorme pataquada. Não acredito em casamento (o que é este "até que a morte os separe", feras? Praga?), mas acredito piamente no Amor, para mim, ele é bicho livre. Joguei tudo para o alto mil vezes e arquei com as consequências disso. Outras vezes foi a vida que jogou tudo para o alto e mesmo assim segui em frente. Perdi meus pais para doenças bem tristinhas e numa sequência muito rápida. E seria hipocrisia minha não dizer que entendi a importância deles e o quanto eu os amava nos 40 min. do segundo tempo. Talvez, este tenha sido o estopim para eu estar aqui, contando algumas coisas desta vida para vocês.
Esta é uma pequena parte do meu "eu". E ao contrário do que possa parecer, este blog não é sobre mim, mas sobre nós! Aqui quero saber quem vocês são! Bem-vindos ao Rustic Rules! Onde todos são exclusivos! O território é meu, mas as regras são nossas! Divirtam-se! (ou não) bjos
Me chamo Rita de Cassia Jacob, 41 anos, divorciada, mãe e pai do meu lindo Tsunas e tia de 5 lindos presentes que a vida me deu. Designer, jardineira, cozinheira, marceneira e quantos "eiras" vierem pela frente. Para quem curte astrologia, sou áries com ascendente em áries e lua em escorpião. Não entendo muito de horóscopo mas já ouvi de quem conhece que esta associação me torna uma assassina... mas muito organizada. Com um pavio tão curto que faz com que eu construa um castelo com minhas ações e o derrube numa rapidez ninja, em uma abridinha de boca. Canhota, o que me ensinou a adaptar tudo no mundo em função das minhas necessidades. Estive acima do peso (gorda sim!) a vida inteira, o que me fez escutar coisas inimagináveis aos pobres e magros ouvidos mortais. Hoje, magra por fora, mas com uma gordinha linda que mora em meu coração! (Ela come um hamburguinho todos os dias às 9:00 hs. da manhã!). Lutei a vida inteira contra a religião que me era ensinada. Hoje sou Umbandista e não vivo sem minha fé. Detesto moda, tendências e tudo que faz com que as pessoas se tornem iguais. Tatuada e com piercings, a dita moda é minha e faço dela o que quero. Costumo dizer que não nasci para ser ovelha de seu ninguém. Para mim somos indivíduos e esta coisa de iguais é uma enorme pataquada. Não acredito em casamento (o que é este "até que a morte os separe", feras? Praga?), mas acredito piamente no Amor, para mim, ele é bicho livre. Joguei tudo para o alto mil vezes e arquei com as consequências disso. Outras vezes foi a vida que jogou tudo para o alto e mesmo assim segui em frente. Perdi meus pais para doenças bem tristinhas e numa sequência muito rápida. E seria hipocrisia minha não dizer que entendi a importância deles e o quanto eu os amava nos 40 min. do segundo tempo. Talvez, este tenha sido o estopim para eu estar aqui, contando algumas coisas desta vida para vocês.
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